Um estudo internacional identificou que o solo em Rio das Pedras, na cidade do Rio de Janeiro, está afundando em média 6,3 cm por ano, uma das maiores taxas da capital fluminense. Isso acontece devido à presença de argilas muito moles, que se comportam como uma esponja: ao receber peso de construções, perdem água e reduzem de volume, causando o rebaixamento do solo.
Esse processo, chamado de recalque por adensamento primário, compromete as fundações das casas, gerando trincas e riscos estruturais com o passar do tempo. Técnicas de engenharia poderiam minimizar o problema, como o uso de fundações profundas ou melhorias no solo, mas são soluções caras.



